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sexta-feira, 20 de junho de 2014

O instrumento que Deus usa- Jeremias 50



O instrumento que Deus usa
Pr. Heber Toth Armí

Jeremias 50 é o antepenúltimo capítulo do livro desse magnífico profeta. Em seus versículos aprendemos que, após oferecer todos os meios e oportunidades de salvação, Deus precisa aplicar o juízo, o qual possui natureza variável, tais como:

1. Juízos corretivos, como aquele que Judá sofreu 70 anos no exílio babilônico; assim punido, não o povo de Deus não foi totalmente destruído; mas, resultou num remanescente restaurado.

2. Juízos punitivos, como aquele das nações dos dois capítulos anteriores, em que Babilônia os atacou, evitando que a influência imoral e perversa do mal se proliferasse ainda mais.

3. Juízo substitutivo, aquele que possibilitou salvação a todo pecador que submeter-se à morte substituinte de Jesus Cristo ao tomar nossa culpa e lugar na cruz.

4. Juízo executivo, aquele que extermina pecadores que não se renderem à solução para sua situação, devido à soberba e arrogância incorrigível. Isso aconteceu à Babilônia real para exemplo à Babilônia espiritual no juízo final (Apocalipse 18).

Se Deus não agisse assim ao punir o pecado, talvez não houvesse remanescente; aliás, Satanás teria tomado conta de todos intensamente, não haveria meios de salvar ninguém; o Messias poderia vir e morrer, porém o mal seria tão agudo e profundo na vida humana que não haveria ninguém que O aceitasse – Sua missão seria em vão. Deus sempre sabe o que faz, mas entenderemos melhor Suas razões durante o juízo de comprovação, no Céu, durante o milênio. Por ora, tais verdades nos bastam!


O instrumento que Deus usa pode ser quebrado depois de usado. O motivo é o orgulho de ter sido instrumento de Deus. O orgulho corrompe e rompe; a soberba arruína e mata, pois conduz indivíduos e nações inteiras a se desviarem de Deus, a fonte da vida. 

Leia Jeremias 50 e entenderás melhor. O capítulo mostra que Babilônia, que fora usada como instrumento de Deus às nações, foi terrivelmente devastada por causa de sua presunção. Babilônia foi o terror das nações, tornou-se orgulhosa, soberba e gananciosa. 

A arrogância impede a mudança. A prepotência obstaculiza a conversão. A soberba resulta em independência do Senhor. Com Daniel, Hananias, Misael e Azarias ali na corte, revelando sempre a realidade de um Deus presente, vivo e poderoso, os idólatras não deixaram sua idolatria, com exceção de Nabucodonosor, que no final de sua vida se converteu (Daniel 4). 

Quão difícil é para uma nação de primeiro mundo se converter. Como é raro pessoas ambiciosas, orgulhosas e soberbas se render a Deus. Você já se rendeu? O que te falta? Se você já se rendeu a Deus, como você sabe que não foi apenas de “boca pra fora”, mas foi de verdade? Quais as evidências de genuína conversão o verdadeiro converso revela?

Estude, medite, reflita, analise, assimile e aplique as palavras inspiradas de Jeremias 50. Note ali que o poderoso Império Babilônico seria devastado por causa de seus terríveis pecados. “Uma nação poderosa vinda do norte conquistaria a Babilônia. Os medo-persas conquistaram o império babilônico em 539 a.C.” apresenta David S. Dockery. E, acrescenta, “o Senhor destruiria a Babilônia e voltaria a reunir na terra seu povo disperso. Ele restauraria as bênçãos a Israel e lhe perdoaria os pecados... O Senhor defenderia Seu povo diante dos babilônios arrogantes... a cidade ficaria como Sodoma e Gomorra”. 

O pecado coloca data de validade em pessoas, famílias, empresas, nações e até mesmo impérios megalomaníacos. Então, vamos nos render a Deus em oração: 

“Senhor que reina em toda a Terra, reina em meu coração. Não me deixe reinar, pois se eu reinar a tudo vou arruinar. Quebra a minha vida para salvá-la, mas não me deixes agir de modo que possa perdê-la. Torne-me cada dia mais humilde, ainda que tenhas que tomar providências drásticas se for preciso. Isso porque quero viver a vida eterna conTigo. Confio todo o meu ser a Ti em tudo o que eu fizer hoje. Em nome de Jesus eu oro, amém”.

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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