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sexta-feira, 31 de maio de 2013

Governo civil MD-Mateus 5:39

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo
O Papel do Governo Civil
George R.Knight

Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra. Mateus 5:39.

“Não resistais ao mal.” Aí está uma declaração revolucionária. É também uma das mais controvertidas do Novo Testamento.

Alguns acham que essa declaração se aplica ao governo. Assim, “não resistir ao mal” sugere que está errado ter polícia ou exército.

“Não resistais ao mal.” Será que essa frase quer dizer que é errado resistir a pessoas como Hitler, Stalin ou criminosos secretos? Será que devemos deixar as pessoas cruéis fazer o que quiserem? Alguns acreditam ser assim. Mas é isso que a Bíblia ensina?

Para responder a essas perguntas precisamos examinar o contexto de Mateus 5:39. A quem Jesus está falando? A quem Ele está ordenando que não resista ao mal?

A resposta é que Ele está falando a pessoas cristãs, que estão vivendo de acordo com as bem-aventuranças, e que portanto são mansas e pacificadoras. Ele está falando a pessoas convertidas, que por definição não são como o mundo e o que Paulo chama de “homem natural”. Jesus está falando àquelas pessoas cuja justiça deve exceder a dos escribas e fariseus.

Ele não está falando a governos nacionais ou indivíduos não convertidos que não vivem de acordo com as bem-aventuranças. Para tais pessoas, a ordem de resistir ao mal seria loucura. Viver a vida cristã é um assunto do espírito.

Os governos, em suas funções legais e policiais, estão ainda debaixo da lei de talião. Isso está claro em Romanos 13, onde lemos que os governos não trazem a espada sem motivo. Eles devem “castigar o que pratica o mal”. (Verso 4.) O exército, a polícia e os tribunais de justiça são necessários em um mundo de pecado. E, de acordo com Romanos 13, Deus Se utiliza dos governos para manter a ordem e resistir ao mal.

Mas esse não é o papel de cristãos individualmente. Não devemos impor a lei com as próprias mãos. Não devemos viver uma vida de retaliação. Devemos viver de acordo com as bem-aventuranças; devemos ser pacificadores e amar nossos inimigos.

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“As escolhas são a matéria prima da vida.”, escreveu o escritor George R.Knight. A vida é feita de escolhas! Os que escolhem esperar, não se frustram. “…Mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam.” Isaías 40.31 Escolha caminhar com Jesus hoje e sempre e seja Feliz!

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quinta-feira, 30 de maio de 2013

Fatos - MD- Provérbios 24:29.

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo
Considere Todos os Fatos
George R.Knight
Não digas: Como ele me fez a mim, assim lhe farei a ele; pagarei a cada um segundo a sua obra. Provérbios 24:29.

É sempre perigoso pegar um verso aqui, outro ali, e dizer que is¬so é o que a Bíblia ensina sobre o assunto. E importante conseguir o quadro completo.

Ontem consideramos alguns versos nos quais a lei de talião ou do “olho por olho” era ensinada. Percebemos que aquilo que parecia ser uma lei brutal, era, na verdade, um aspecto de misericórdia da legislação, no sentido de que ela limitava o grau da vingança.

Mas o ideal de misericórdia divina é muito mais amplo do que isso no Antigo Testamento. Esse pode ter sido o limite legal da vingança, mas o verdadeiro ideal de Deus para Seu povo era um ideal de graça. Por isso, como vemos no texto bíblico de hoje, as pessoas são aconselhadas a não dar o troco aos outros pelo que eles lhes fizeram, não desforrar-se à moda da lei de talião. Em Levítico 19:18, lemos: “Não te vingarás, nem guardarás ira contra os filhos do teu povo; mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o Senhor.” E em Provérbios 25:21: “Se o que te aborrece tiver fome, dá-lhe pão para comer.”

Assim sendo, mesmo no Antigo Testamento, o ideal de Deus para Seu povo individualmente era de misericórdia e não de justiça estrita. Graça é a nota tônica em ambos os testamentos. Deus a concede a nós. Nosso dever é passá-la adiante.

Prejuízos não imagináveis sobrevieram ao povo de Deus por meio daqueles que estavam em seu meio escolhendo as mais fortes declarações da Bíblia (ou dos escritos de Ellen White) para impô-las sobre outras pessoas, sem levar em consideração o contexto ou o equilíbrio dos fatores.

Ellen White adverte contra aqueles que “escolhem as expressões mais fortes dos testemunhos” e “querem impô-las em todos os casos” a despeito do seu contexto. “Não apanhem os indivíduos as declarações mais fortes, feitas a pessoas e famílias, impondo essas coisas porque desejam usar o açoite e ter algo para impor.” - Mensagens Escolhidas, vol. 3, págs. 285-287.

Esse conselho se aplica também à Bíblia. Considere todos os fatos a respeito de determinado assunto.
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quarta-feira, 29 de maio de 2013

Lei da desforra -MD-Mateus 5:38

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo

A Lei da Desforra
George R.Knight

Vocês ouviram o que foi dito: Olho por olho, dente por dente.Mateus 5:38.

Aqui temos uma referência ao antigo código da lei de talião, a lei da retaliação. Ele está entre os mais primitivos códigos de leis humanas. Assim, estava no Código de Hamurabi, que reinou na Babilônia antes do tempo de Moisés, mas de forma menos justa do que no Antigo Testamento.

A lei básica de talião é encontrada em pelo menos três lugares no Antigo Testamento. Em Deuteronômio 19:21, lemos: “Não o olharás com piedade: vida por vida, olho por olho, dente por dente...” Em Levítico 24:19 e 20, lemos: “Se alguém causar defeito em seu próximo, como ele fez, assim lhe será feito: fratura por fratura, olho por olho, dente por dente; como ele tiver desfigurado a algum homem, assim se lhe fará.”

Por razões óbvias, essas leis são frequentemente citadas pelos críticos como sendo as mais brutais do Antigo Testamento. Mas, antes de criticarmos demais, precisamos considerar a intenção das mesmas.

Em primeiro lugar, é importante compreender que o objetivo dessas leis do Antigo Testamento não era crueldade legalizada, mas misericórdia. Pense por um momento na impetuosidade humana e na desforra. Minha tendência humana, quando alguém faz algo que me prejudica, é fazer pelo menos algo tão mau como o que me foi feito, ou pior se puder. Assim, a desforra descontrolada aumenta à medida que cada um retribui de maneira mais brutal. Uma inimizade sanguinária entre famílias em guerra é o possível resultado.

A legislação do Antigo Testamento foi dada para colocar limites na desforra. Assim ninguém pode insistir num castigo maior do que o merecido pelo crime.

Em segundo lugar, a lei não era imposta por indivíduos, mas pelo governo, na tentativa de manter a ordem civil. Era o juiz quem estabelecia os termos da punição. Na realidade, os judeus de épocas posteriores geralmente trocavam a lei de talião por fundos monetários.

Mesmo o que parece ser o lado cruel do Antigo Testamento precisa ser considerado à luz de um Deus misericordioso.

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terça-feira, 28 de maio de 2013

Balanças se convertem - MD- Efésios 4:25

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo
Até as Balanças se Converteram
George R.Knight

Pelo que deixai a mentira e falai a verdade cada um com o seu próximo; porque somos membros uns dos outros. Efésios 4:25.

Conta-se a história de um missionário na Polônia muitos anos atrás que saiu para comprar um ganso para o jantar. Ele observou que o armazém estava surpreendentemente limpo e as galinhas e gansos estavam bem gordos e sadios.

Quando o missionário perguntou ao balconista a respeito de sua salvação, seus olhos brilharam e seu rosto irradiou alegria ao responder:

- Sim, eu sou crente. Anos atrás aprendi a respeito de Jesus Cris¬to e O aceitei como meu Salvador.

- Mas como você sabe que está salvo? - perguntou o missionário.

- Porque - respondeu ele - minha vida mudou completamente. Agora, quando vendo gansos e outras coisas, peso tudo corretamente sem colocar o dedo na balança. Agora tudo dá certo. Até minhas balanças se converteram.

Essa história me faz lembrar de um conselho que Deus nos deu, através de Moisés, em Deuteronômio 25:13 a 16 (BLH): “Não levem na bolsa dois pesos diferentes, um mais pesado do que o outro, nem tenham em casa duas medidas diferentes, uma maior do que a outra. Usem pesos e medidas certos, [porque] o Eterno, o nosso Deus, ... detesta todos aqueles que fazem essas coisas desonestas.”

O cristianismo faz diferença em nossa vida. Como cristãos, para quem a verdade é a verdade, nosso sim realmente significa sim e nosso não quer dizer não. Nossa moral não é de alternativas, que tem pesos e medidas honestos e desonestos, e palavras e ações honestas e outras não tão honestas.

As reflexões de Jesus sobre fazer juramento vão muito além da própria prática de fazer juramentos. Elas incluem nossas palavras. Incluem não usar o nome de Deus de maneira descuidada ou em vão. Inclui, como exposto em outras palestras de Jesus sobre a lei em Mateus 5, a profundidade e a altura da lei que condena o falso testemunho daquilo em que não pensamos com cuidado.

Naturalmente, uma coisa é entender as implicações das palavras dEle. E outra coisa bem diferente é colocá-las em prática. Hoje é o melhor dia para começar a tomar nossa prática mais coerentemente cristã.
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segunda-feira, 27 de maio de 2013

Sim do cristão MD-Tiago 5:12.

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo
O Sim do Cristão
George R.Knight

Mas, sobretudo, meus irmãos, não jureis nem pelo céu nem pela terra, nem façais qualquer outro juramento; mas que a vossa palavra seja sim, sim e não, não, para que não caiais em condenação. Tiago 5:12.

Nessa passagem de hoje, Tiago está citando o sentimento de Je¬sus, expresso em Mateus 5:37. Os verdadeiros cristãos não necessitam jurar por isso nem por aquilo. Eles devem ter uma sólida reputação por falarem a verdade. Não devem usar esse tipo de sentenças legalistas que enganam as pessoas pela sutileza de suas palavras e deixam-nas pensar que estão dizendo uma coisa, quando na realidade estão dizendo o contrário. A conversa do cristão deve ser franca, honesta e transparente. Devemos ser capazes de confiar nos cristãos simplesmente por serem cristãos.

Em Mateus 5:33-37, Jesus rejeita toda aproximação alternativa para a verdade. Isto é, Ele rejeita a ideia de que alguns compromissos devem ser mantidos porque foram feitos sob juramento de forma específica, ao passo que outros compromissos deixam as pessoas envolvidas praticamente livres de obrigação, por não estarem vinculados a um juramento adequado.

Jesus está lutando pela integridade de todas as nossas palavras, quer sob juramento, quer não. Não é estável a comunidade em cujas palavras não se pode confiar.

Como cristãos, compreendemos que todas as nossas palavras são ditas e nossos compromissos feitos na presença de Deus. As palavras e ações do cristão são sagradas. Afinal, a conversa do cristão vem de uma pessoa que foi separada pelo Deus Vivo para um propósito santo (isto é santificação). A conversa do cristão é de alguém que nasceu de novo. A pureza de nossa conversa, a integridade de nossas promessas, a honestidade transparente da pessoa que somos, dão testemunho de que somos cristãos em nossos atos e não só de nome.

Assim sendo, os negócios do cristão devem ser as mais honestas transações comerciais que existem. Dão testemunho à comunidade de que somos cristãos.

Quando Jesus disse que nosso sim deve ser sim, e nosso não, não, Ele estava afirmando que cada um de nós deve ser digno de confiança e honesto em tudo o que diz e faz.

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domingo, 26 de maio de 2013

Juramento- MD- Hebreus 6:13 e 14

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo
Juramento no Mundo de Pecado
George R.Knight

Pois, quando Deus fez a promessa a Abraão, visto que não tinha ninguém superior por quem jurar, jurou por Si mesmo, dizendo:
Certamente, te abençoarei e te multiplicarei. Hebreus 6:13 e 14.

Ontem mencionamos que tanto Paulo como Jesus se submeteram a juramento ou fizeram uso dele. Assim, parece que nenhum deles tomou as palavras de Jesus, em Mateus 5:33-37, como uma proibição geral contra todo tipo de juramento. E, no texto de hoje, vemos que até mesmo Deus usou o juramento neste mundo de pecado.

Essas três últimas palavras captam a razão para certos tipos de juramento. Vivemos em um mundo de pecado. De acordo com Mateus 5:37 (versão ARC), a própria necessidade de juramento “é de procedência maligna”. Por exemplo: sempre que o juramento é usado, como no julgamento de Jesus, a razão do seu uso é a má condição do mundo, onde o juramento parece ser necessário para que os cidadãos sejam impressionados com a seriedade especial da sua palavra em lugares como os tribunais de justiça.

Como cidadãos, somos obrigados a assinar muitos documentos legais sob juramento. A origem desses juramentos e a razão da sua necessidade é a má condição do mundo, conforme Jesus mencionou em Mateus 5:37. Os cristãos fazem juramentos simplesmente porque nosso mundo mau o requer, mas essa não é sua maneira de expressar-se.

Ellen White nos ajuda a ver a lógica da questão quando escreve: “Muitos há que não temem enganar seus semelhantes; mas foi-lhes ensinado, e eles foram impressionados pelo Espírito de Deus, que é terrível coisa mentir a Seu Criador. Quando postos sob juramento, é-lhes feito sentir que não estão testemunhando apenas diante dos homens, mas perante Deus; que se derem falso testemunho, é Aquele que lê no coração, e que sabe a exata verdade. O conhecimento dos terríveis juízos que se têm seguido a esse pecado tem uma influência refreadora sobre eles.” - O Maior Discurso de Cristo, pág. 67.

Mas tais expedientes não devem ser necessários para os cristãos. O cristão compreende que Deus vê tudo, esteja ele falando sob juramento ou não. Para o cristão, fazer juramento é admitir necessariamente que o juramento tem seu lugar, embora restrito, num mundo em que as pessoas precisam de motivações não ideais.

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sábado, 25 de maio de 2013

Leia - MD-Mateus 5:37

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo
Leia a Palavra Inteira
George R.Knight

Seja o seu “sim”, “sim”, e o seu “não”, “não”; o que passar disso vem do maligno. Mateus 5:37, NVI.

Como devemos ler os mandamentos de Jesus a respeito dos juramentos? Devemos ler o texto literalmente pelo que, à primeira vista, parece dizer? Ou devemos interpretá-los à luz do Novo Testamento inteiro?

Essa pergunta é importante por duas razões. Primeiro, porque a muitos de nós será pedido, mais cedo ou mais tarde, que juremos dizer a verdade num tribunal de justiça, e muitos de nós já confirmamos os votos matrimoniais. Por isso, estamos lidando com algo bem prático em nossa vida diária.

A segunda implicação também é bastante prática. Tem a ver com a maneira como lemos as Escrituras. A lição que aprendemos da leitura de Mateus 5:33-37, bem como da sugestão de arrancar o olho no verso 29 do mesmo capítulo, é que a leitura absolutamente literal não concorda com o desígnio de Jesus.

O significado totalmente literal dos ensinos de Jesus acerca do juramento é que nunca devemos jurar. Muitos grupos religiosos, inclusive os Quakers, adotam essa posição.

Mas essa interpretação literal não é apoiada pelo restante do Novo Testamento. “O próprio Jesus em Seu julgamento... não Se recusou a testificar sob juramento.” (Ver Mat. 26:63 e 64.) Ellen White acrescenta ainda que: “Houvesse Cristo no Sermão do Monte condenado o juramento judicial, em Seu julgamento haveria reprovado o sumo sacerdote, reforçando assim, para benefício de Seus seguidores, Seus próprios ensinos.” - O Maior Discurso de Cristo, pág. 67.

Jesus não Se opôs ao juramento governamental, pelo contrário, notamos que os apóstolos fizeram juramento, e o próprio Deus jurou por Si mesmo, “visto que não tinha ninguém superior por quem jurar”.

A vida cristã é muito mais complexa do que simplesmente pegarmos uma prova de pré-impressão e a considerarmos como se fosse tu¬do o que Deus tivesse a dizer sobre o assunto. É preciso que tenhamos uma percepção equilibrada dos ensinos da Bíblia sobre determinado assunto, para que realmente compreendamos a vontade de Deus.

Ajuda-nos, Senhor, a nos tornarmos melhores estudantes da Tua Palavra, e intérpretes mais exatos da Tua vontade.

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sexta-feira, 24 de maio de 2013

juramento 2 MD- I João 3:4

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo
Juramento Farisaico – II
George R.Knight

Todo aquele que pratica o pecado transgride a lei; de fato, o pecado é a transgressão da lei. I João 3:4, NVI.

“ O pecado é a transgressão da lei.” Mas o que é a lei?

Os escribas e fariseus, no capítulo 5 de Mateus, nos diriam que lei se refere às palavras exteriores da lei, e que pecado é praticar atos ou manter uma conduta que transgrida a lei.

Essa é exatamente a interpretação que Jesus está condenando em Mateus 5. Para Jesus (ver Mat. 22:35-40) e para Paulo (ver Rom. 13:8- 10 e Gál. 5:14), a essência da lei não é tanto a exposição específica dos Dez Mandamentos, mas o imperativo moral para amar a Deus e aos nossos semelhantes.

Isso significa que tudo que é destituído de amor é pecado. Quer dizer que esquivar-se da verdade por meio de um juramento é pecado. A segunda parte da divina lei de amor abrange muito mais do que os legalistas antigos ou modernos são capazes de compreender. Ela abrange nossa vida inteira.

Mas a mente farisaica fica satisfeita enquanto puder persuadir a si mesma de estar guardando a letra da lei. Por exemplo: enquanto a pessoa não for culpada de adultério físico, do próprio divórcio em si, ou de homicídio físico, ela acredita que está no caminho certo.

A mente farisaica interpreta o significado da lei de tal modo e a define de forma tão legalística que se sente livre para fazer muitas coi¬sas que contradizem totalmente o espírito da lei de amor, e ainda assim permanece sem culpa.

A mente dos fariseus mantém a seguinte posição: “Praticar um ato proibido é pecado, mas enquanto eu não estiver praticando o específico ato em si, tudo está bem.” Assim, algumas pessoas franzem a testa ao ver outros usando uma aliança de casamento ou alguma joia, ao passo que acham perfeitamente correto viver em uma casa ostentosa ou possuir um carro do último modelo. Elas definem o que é ser “mundano”, de tal forma que ficam satisfeitas em sua justiça própria. A mentalidade do fariseu torna o pecado trivial e o acomoda dentro de limites seguros.

Jesus condena terminantemente todas essas atitudes. Tais pessoas perdem a noção do que é cristianismo.

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quinta-feira, 23 de maio de 2013

Juramento 1- MD-Levítico 19:12.

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo
Juramento Farisaico – I
George R.Knight

Nem jurareis falso pelo Meu nome, pois profanaríeis o nome do vosso Deus. Eu sou o Senhor. Levítico 19:12.

Os escribas e fariseus eram excelentes pesquisadores da Bíblia. Eles conheciam todos os jotas e os tis da lei, e empenhavam-se em não transgredi-la publicamente. Naturalmente, eles não pensavam dessa maneira. Mas como não tivessem discernimento do íntimo significado da lei, sua interpretação legalista da letra da lei permitia-lhes apenas uma compreensão superficial da mesma. E essa falta de compreensão mais profunda do pecado e da lei que Jesus aborda no capítulo 5 de Mateus.

Os judeus, porém, conheciam o que a lei dizia acerca do juramen¬to. Eles sabiam que não deviam jurar falsamente usando o nome de Deus. Mas sabiam também que podiam usar o nome de Deus em juramento. Essas eram as regras legais. Essas regras nada diziam a respeito de jurar falsamente em nome de qualquer outra coisa. Vejam só! Eles haviam descoberto uma evasiva.

Tal interpretação levou os escribas e fariseus a dividirem os juramentos em duas categorias: aqueles que eram absolutamente comprometedores e aqueles que não o eram. Qualquer juramento contendo o nome de Deus era absolutamente comprometedor; mas o juramento que evitava o nome de Deus não era considerado comprometedor. Esse raciocínio servia de alicerce para a prática evasiva de fazer juramento e pervertia o próprio princípio de falar sempre a verdade.

Nos dias de Jesus os escribas e fariseus consideravam que um juramento pelo templo não era comprometedor, mas um juramento pelo ouro do templo era. Igualmente, um juramento pelo altar não era considerado comprometedor, mas um juramento pela oferta que estava no altar era absolutamente comprometedor. Por tais esquemas e detalhes técnicos eles podiam se esquivar da honestidade e contudo ser “religiosos”.

Não é de admirar que Jesus tenha condenado tais práticas, tanto no capítulo 5 como no 23 de Mateus. Sendo que Deus é o Criador de todas as coisas, nada existe que não seja sagrado. Tudo pertence a Deus. Tudo está relacionado com o Seu nome.

Como cristãos, devemos ser transparentemente honestos. Precisamos evitar todas as maneiras sutis e não tão sutis de nos esquivarmos da verdade, pois servimos ao Deus da verdade.


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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Questão do juramento MD-Mateus 5:34-36

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo
A Questão do Juramento
George R.Knight

Eu, porém, vos digo: de modo algum jureis; nem pelo Céu, por ser o trono de Deus; nem pela terra, por ser estrado de Seus pés; nem por Jerusalém, por ser cidade do grande Rei; nem jures pela tua cabeça, porque não podes tornar um cabelo branco ou preto. Mateus 5:34-36.

“Não  jurem de jeito nenhum”. (BLH). Isso é o que Jesus disse.

Mas como conciliar isso com o Antigo Testamento? Não parece claro, à primeira vista. Na realidade, Jesus parece contradizer Moisés. “O Senhor, teu Deus, temerás, a Ele servirás, e, pelo Seu nome, jura- rás”, é o que lemos em Deuteronômio 6:13. Em Salmo 50:14, lemos ainda: “Oferece a Deus sacrifício de ações de graças e cumpre os teus votos para com o Altíssimo.” Obviamente, o salmista havia feito votos a Deus com juramento.

Como podemos resolver essas aparentes contradições entre Jesus e o Antigo Testamento? Em Levítico 19:12 encontramos uma dica: “Nem jurareis falso pelo Meu nome, pois profanaríeis o nome do vosso Deus. Eu sou o Senhor.”

Desde o princípio da história de Israel como nação, um problema duplo foi enfrentado. Por um lado, a ordem positiva de Deus por meio de Moisés para jurar pelo Seu nome, intentava, indubitavelmente, abordar o problema da tentação de ser desonesto. Por outro lado, como vimos ontem, sem falar a verdade coerentemente é impossível existir uma vida social de confiança mútua. Por isso, a ordem de jurar pelo nome de Deus tinha a intenção de refrear a tendência de não ser totalmente verdadeiro, especialmente em questões sérias.

O pecado, porém, perverte todas as coisas. Consequentemente, quando algumas pessoas descobriram que podiam conseguir que a própria vontade prevalecesse ao jurar falsamente usando o nome de Deus, elas começaram a utilizar isso como instrumento de chantagem. Por isso a condenação levítica dessa prática.

Por volta do tempo de Jesus, essa questão se tornara bastante delicada, como perceberemos amanhã. Como resultado, Ele questiona até mesmo a permissão do Antigo Testamento ao explorar o significado da lei de Deus.

Podemos aprender muito de Seus ensinos sobre o assunto. Especialmente se colocarmos em prática Seu ideal positivo.

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terça-feira, 21 de maio de 2013

Nossas Palavras MD-Mateus 5:33.

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo
A Importância de Nossas Palavras
George R.Knight

Também ouvistes que foi dito aos antigos: Não juraras falso, mas cumprirás rigorosamente para com o Senhor os teus juramentos. Mateus 5:33.

N os últimos poucos versos de Mateus 5, Jesus vem explicando sobre a profundidade e extensão dos Dez Mandamentos. Nos versos 21 a 26, Ele destaca o sexto mandamento (“Não matarás”), e nos versos 27 a 32 discute as implicações do sétimo mandamento (“Não adulterarás”). Agora, nos versos 33 a 37, Jesus Se concentra no nono mandamento (“Não dirás falso testemunho”) e no terceiro (“Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão”). Estamos tendo uma exposição sobre aspectos do significado da lei pelo próprio Doador da Lei.

À primeira vista, o mandamento de Jesus contra juramentos parece ser de menor importância e de menos relevância do que todos os Seus mandamentos. Afinal, como comparar um juramento com o ato de tirar uma vida ou ser infiel no casamento?

Mas pense mais uma vez! Nossas palavras estão no centro de tudo o que fazemos como seres humanos. São a base dos negócios, das relações familiares, do governo e das relações internacionais. Quando as palavras não são honestas, tudo o mais começa a desmoronar. Quando um esposo não pode confiar na esposa, quando a mãe não pode confiar em seus filhos, como pode a família funcionar de maneira eficiente?

E que dizer do mundo em geral? Quando os sócios de uma empre¬sa comercial mentem um ao outro, seu negócio está em perigo. Da mesma forma, os clientes precisam ser capazes de confiar que os profissionais falam sempre a verdade.

Sem dúvida, um dos maiores problemas de nosso mundo é que falar a verdade se tornou uma virtude muito rara. E os efeitos dessa raridade são evidentes demais em famílias desfeitas, na abundância de tribunais e na desconfiança internacional. Vivemos em um mundo de pecado, e a raiz de muitos deles é fruto da desonestidade. O pai da mentira teve muito êxito.

Mas, como cristãos, queremos fazer parte da solução e não do problema. Ajuda-nos neste dia, querido Pai, a renovarmos nosso compromisso com a importância da palavra verdadeira.
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