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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Pessoas Boas- MD- Lucas 6:26

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo
As Pessoas Boas e os Cristãos
George R.Knight

Ai de vós, quando todos vos louvarem! Porque assim procederam seus pais com os falsos profetas. Lucas 6:26.

Muitos de nós achamos o texto de hoje complicado. Afinal, não deveriam os cristãos ser os melhores cidadãos, os vizinhos mais amigáveis e os colegas de trabalho mais prestativos? Por que Jesus pronuncia um “ai” em vez de uma bênção sobre aqueles a quem todos louvam?

Precisamos nos lembrar de que bem-aventurados não são aqueles que são perseguidos por serem bons ou por serem nobres ou altruístas. Esses traços são geralmente apreciados pela cultura pagã. Como D. Martin Lloyd-Jones coloca: “Você provavelmente não será perseguido por ser bom... [ou] nobre. O mundo... geralmente louva, admira e ama os bons e os nobres.”
Lloyd-Jones continua sugerindo que os bons e os nobres raramen­te são perseguidos, porque até os pagãos acham que essas pessoas são exatamente como eles mesmos. Não são os bons que são perseguidos, mas os justos, aqueles que estão vivendo a vida de Jesus como é apre­sentada nas Bem-aventuranças. A verdadeira justiça cristã faz com que a mera bondade e nobreza humanas tenham aparência egocêntrica e esfarrapada.

Uma coisa é ser bom; e outra bem diferente é ser humilde e man­so. Uma coisa é ter orgulho de nossas nobres realizações; mas outra bem diferente é ser humilde de espírito e ter fome e sede da justiça e bondade que unicamente Deus pode suprir.

Precisamos aceitar o fato. As Bem-aventuranças definem a linha de batalha entre os princípios do reino de Satanás e os do reino de Cristo. E cada conversão aos princípios de Cristo, é um ato no drama do grande conflito entre as forças do bem e do mal.

[...] “Quem manifestar, na conduta, o amor de Cristo e a beleza da santidade, subtrai a Satanás os seus súditos, e por isso o príncipe das trevas contra ele se levanta. Opróbrio e perseguições atingirão a todos os que estão cheios do Espírito de Cristo.” - O Maior Discurso de Cristo, pág. 29. Portanto, precisamos avaliar bem a nossa situação quando “todos” nos “louvam”.
(Texto de George R.Knight)
Outras publicações: http://www.cpb.com.br/

Em um mundo de transformações constantes,caminhe com Jesus Cristo e seja grato porque Ele é hoje como sempre foi e podemos ter certeza de que não mudará no futuro.. “Porque eu sou o Senhor e não mudo”; Malaquias 3:6)

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Perseguidos- MD-II Timóteo 3:12

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo
Perseguidos, Por Quê?
George R.Knight

Todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos. II Timóteo 3:12.

Todos os tipos de pessoas que alegam ser cristãs são perseguidas. Será que a perseguição delas significa que são cristãs?

A resposta bíblica a essa pergunta é um categórico “não”! Jesus não disse: “Bem-aventurados aqueles que são perseguidos”, mas “Bem- aventurados os que são perseguidos por causa da justiça”.

Existe uma grande diferença entre essas duas idéias. Tenho um amigo que pertence a certo grupo religioso, que acredita que a perse­guição que sofrem é sinal de que suas doutrinas e estilo de vida estão corretos.

A essa altura, precisamos ler nossa Bíblia atentamente. Ela não diz: “Bem-aventurados os que são perseguidos por serem censuráveis ou di­fíceis.” Nem tampouco promete bênçãos aos que são perseguidos, por serem tolos ou insensatos na maneira de darem seu testemunho.

Encaremos a realidade. Algumas pessoas testemunham de manei­ra que verdadeiramente ofende as pessoas sensíveis. É a noção ridícu­la de testemunhar que provoca sua perseguição. Essa perseguição pode ter pouco ou nada a ver com o que Jesus está dizendo.

O mesmo pode ser dito acerca daqueles que são extremamente ze­losos ou fanáticos. O fanatismo e o extremismo nunca são elogiados no Novo Testamento.

A passagem final das bem-aventuranças é bastante específica. Ela diz: “Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça.” Mat. 5:10. Eles são considerados abençoados porque vivem de acordo com os princípios de Jesus, os princípios das bem-aventuranças. Como resulta­do, são encontrados fora de sintonia com a cultura geral e até mesmo com grupos religiosos que assimilam os princípios da cultura geral.

Conforme indica nosso texto para hoje, a perseguição sobrevirá, de uma forma ou outra, a toda pessoa que procura viver piedosamente em Cristo Jesus. O mundo não tem capacidade nem disposição para aceitar os princípios radicais do evangelho. O verdadeiro cristianismo está fora de sintonia com a cultura, porque ele se baseia em um con­junto radical de princípios.
(Texto de George R.Knight)
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Mar de Rosas- MD-João 15:18 e 19

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo
Jesus Nunca nos Prometeu um Mar de Rosas
George R.Knight

Se o mundo os odeia, tenham em mente que antes odiou a Mim. Se vocês pertencessem ao mundo, ele os amaria como se fossem dele. Todavia, vocês não são do mundo, mas Eu os escolhi, tirando-os do mundo; por isso o mundo os odeia. João 15:18 e 19, JVVI.

O cristianismo, conforme Jesus apresentou, não é como um piquenique pacífico. Entre todos os importantes educadores do mundo, talvez Ele seja o mais honesto. Vez após outra, Jesus salientava o fato de que Seus seguidores seriam perseguidos porque eram semelhantes a Ele, porque andariam de acordo com princípios totalmente opostos aos da cultura em geral.

O cristianismo tem resultado em perseguição em todas as áreas da vida cristã: no trabalho, por causa das questões de observância do sábado  na família, por causa das responsabilidades e prioridades; e na vida social, por causa de novos estilos de vida.

A realidade é que o verdadeiro cristianismo muda as pessoas. Ele as deixa fora de sintonia com a cultura humana “normal” (isto é, “ pecaminosa”). E o resultado é perseguição.

E essa perseguição nem sempre tem sido suave. O imperador Nero, por exemplo, cobriu os cristãos de piche e os incendiou, para que servissem de tochas vivas para iluminar seu jardim. Ele também os costurou dentro de peles frescas de animais e colocou os próprios cães de caça atrás deles para os atacarem e estraçalharem. Outros cristãos foram costurados dentro de peles frescas de animais e colocados ao sol para secar e morrer, enquanto as peles se encolhiam e lentamente os sufocavam e esmagavam seu corpo indefeso. Ainda outros tiveram partes do seu corpo decepadas e assadas diante de seus olhos, ou receberam uma chuva de chumbo derretido fervendo.

A lista de atrocidades seria infinda. O próprio Jesus não ficou isento  Ele morreu a terrível e humilhante morte de cruz.

A perseguição e discriminação ainda não estão no fim. A Bíblia nos diz que elas continuarão até o fim dos tempos.

Tais coisas, porém, não quebrantam o espírito dos seguidores de Cristo, porque eles sabem que este mundo não é seu lar. Eles sabem que aqueles que são “perseguidos por causa da justiça” herdarão o reino de Deus.
(Texto de George R.Knight)
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Última Bênção- MD-Mateus 5:10.

Meditação Diária
Caminhando com Jesus Cristo
A Última Bênção
 George R.Knight

Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos Céus. Mateus 5:10.


Com o verso 10, chegamos à última bem-aventurança. A promessa dessa bem-aventurança é idêntica à da primeira — “deles é o reino do Céu”. Mat. 5:3 e 10.

Assim, Jesus começou e terminou com a mesma promessa. A pro­messa da primeira bem-aventurança e da última formam um pacote verbal bastante abrangente, com Mateus 5:11 e 12 provendo um co­mentário sobre o verso 10.

Nesse pacote, Jesus colocou alguns dos mais importantes conse­lhos de Seu ministério. Nele, Ele descreveu a essência do caráter de ca­da cristão.

O fato de que Jesus apoiou esse importante segmento de Seus en­sinos com a menção do reino de Deus, é altamente significativo. O centro, tanto da Sua mensagem (Mat. 4:17) como da mensagem de João Batista (Mat. 3:2), era que o reino de Deus era chegado.

A importância do Sermão do Monte, é que ele apresenta os prin­cípios do reino de Jesus no início do Seu ministério. E esses princípios, como mencionamos repetidas vezes nestes dois últimos meses, são ex­tremamente diferentes dos princípios do mundo, e até mesmo dos princípios do mundo religioso dos dias de Jesus (e dos nossos).

Os judeus esperavam um reino de poder e glória, mas Jesus disse que antes daquele reino chegar, Seus seguidores viveriam em um reino de humildade de espírito, lamento pelo pecado, mansidão, fome e se­de de justiça, misericórdia, pureza, promoção da paz, e perseguição.

Para colocar em termos simples, o reino de Jesus não era o que os judeus es­peravam. Aquele reino virá em sua plenitude por ocasião da segunda vinda de Cristo. No reino de poder e glória, os caminhos do mundo e do mundo religio­so não terão lugar. Muito pelo contrário, seus caminhos serão de mansidão, paz, misericórdia e assim por diante.

Para mim, isso significa que a época presente é o tempo de come­çar a viver os princípios do Céu. Meu caráter não será transformado por ocasião do segundo advento. Continuarei sendo o que tenho sido. Agora é o tempo de permitir que Deus mude meu coração e minha vi­da para que eu possa estar preparado para a plenitude do reino.
(Texto de George R.Knight)
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domingo, 24 de fevereiro de 2013

Filhos de Deus- MD-Filipenses 2:5.

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo
Filhos de Deus
 George R.Knight

Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus. Filipenses 2:5

A recompensa dos pacificadores é que “serão chamados filhos de Deus”. Mat. 5:9. Não é apenas um privilégio; é também uma responsabilidade. Ser filho de Deus significa ser semelhante a Ele. E co­mum os filhos serem parecidos com os pais.

De modo semelhante, os cristãos são chamados a se assemelharem a Deus. Devemos como menciona o texto de hoje, ter o sentimento [mente] de Cristo. E como era Cristo? Se continuarmos lendo a passa­gem, veremos que Ele Se humilhou e Se tornou obediente até à mor­te. Ele Se tornou para nós um servo.

Em outro lugar, nos é dito que “Deus amou ao mundo de tal ma­neira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. João 3:16.

Assim é que devemos ser. Devemos nos tornar servos, não só de Deus, mas de nossos semelhantes. Devemos dar de nós mesmos co­mo Cristo deu a nós. Devemos ser semelhantes a Deus porque somos Seus filhos.

Os pacificadores não serão apenas semelhantes a Deus ao promo­ver Sua paz. Eles experimentarão também a paz de Deus em sua vida diária.

Lemos no livro O Maior Discurso de Cristo que “não há outra base de paz” (pág. 27), senão estar em paz com Deus na própria vida, renun­ciando ao pecado e abrindo nosso coração ao amor de Cristo.

A passagem continua a afirmar que “a graça de Cristo, recebida no coração, subjuga a inimizade; afasta a contenda, e enche o coração de amor. Aquele que se acha em paz com Deus e seus semelhantes, não se pode tomar infeliz. Em seu coração não se achará a inveja; ruins sus­peitas aí não encontrarão guarida; o ódio não pode existir. O coração que se encontra em harmonia com Deus partilha da paz do Céu, e di­fundirá ao redor de si sua bendita influência. O espírito de paz repou­sará qual orvalho sobre os corações desgostosos e turbados pelos con­flitos mundanos”. - Págs. 27 e 28.

Essa é a bênção de ser um filho de Deus.
(Texto de George R.Knight)
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sábado, 23 de fevereiro de 2013

Promover a Paz – II MD-Gálatas 5:22 e 23

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo
A Prática de Promover a PazII
 George R.Knight

Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio.Contra estas coisas não há lei. Gálatas 5:22 e 23

Controlar meu temperamento e minha língua pode ser considerado como promover a paz passivamente. Mas passividade não é tudo na questão. Igualmente importante é promover a paz ativamente.

A oração de Francisco de Assis apresenta alguns dos aspectos ativos:
“Senhor,faze-me instrumento de Tua paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
O Mestre, faze que eu procure mais consolar, que ser consolado;
Compreender, que ser compreendido;
Amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe,
E perdoando que se é perdoado,
E é morrendo que se vive para a vida eterna.”

O processo de promover a paz é uma atividade que possui muitas facetas. Para ser um pacificador é preciso avaliar cada situação à luz do evangelho. Deve-se perguntar: Quais sãos as implicações disso? Afinal, outros estão envolvidos além de mim. Que influência terão sobre eles as minhas ações? Que influência terão elas sobre o nome de Cristo? Ou sobre a igreja? Ou sobre a comunidade? Um pacificador anda de acor­do com a luz da mensagem do evangelho.

O pacificador é também um evangelista. A pessoa pacificadora se envolve em ajudar as pessoas a desenvolverem com Deus, através de Jesus Cristo, um relacionamento que resulte em salvação. O pacificador é um ministro de reconciliação.

Ser pacificador é ser uma bênção ao mundo. Que nunca nos esqueça­mos de que neste mundo ou somos parte da solução ou parte do problema.

(Texto de George R.Knight)
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Promover a Paz -MD-Tiago 1:19

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo
A Prática de Promover a Paz
George R.Knight

Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar. Porque a ira do homem não produz a justiça de Deus. Tiago 1:19.

Ter ideais é algo bom e maravilhoso, mas eles não valem nada a menos que sejam acompanhados da prática.

Talvez uma das mais importantes habilidades do pacificador seja saber como ficar quieto. Se as pessoas soubessem controlar a língua, haveria bem menos discórdia no mundo.

A passagem bíblica para hoje sugere que devemos ser prontos pa­ra ouvir, mas tardios para falar. Temo, porém, que muitos de nós seja­mos ágeis para falar e lentos para ouvir.

Um mundo de tristeza e discórdia poderia ser evitado, se tão somente nos recusássemos a repetir as coisas, quando sabemos que elas causarão dano. Uma função importante de promover a paz é permanecer silente, mesmo quando somos tremendamente tentados a passar adiante essa ou aquela fofoquinha. O “homem natural” dentro de nós é forte, mas por amor à paz, os cristãos controlam a língua. Lembre-se de que nunca é bom dizer coisas pouco amáveis ou desagradáveis.

Tiago compara a língua a uma pequena fagulha que pode dar iní­cio ao incêndio de uma grande floresta. Uma vez que as palavras saem da nossa boca, não podem ser recolhidas. Elas passam de uma pessoa para outra; geralmente com grande parte de exagero e distorção.

O temperamento está intimamente relacionado com o controle da língua. Quando somos atacados, como é fácil perder a esportiva e dar às pessoas o que achamos que elas merecem. Isso resulta em falta de paz para elas e para nós.

Felizmente, a língua pode ser usada para promover a paz tanto como para fazer guerra, como podemos notar no seguinte texto:
“Uma palavra descuidada pode inflamar um conflito,
Uma palavra cruel pode arruinar uma vida;
Uma palavra áspera pode instilar ódio,
Uma palavra brutal pode ferir e matar;
Uma palavra bondosa pode suavizar o caminho,
Uma palavra alegre pode iluminar o dia;
Uma palavra oportuna pode reduzir a tensão,
Uma palavra amável pode curar e abençoar.”

(Texto de George R.Knight)
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Promover a Paz-MD-Mateus 16:24 e 25.

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo
Promover a Paz Requer Nova Atitude
George R.Knight

Se alguém quer vir após Mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-Me. Porquanto, quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por Minha causa achá-la-á. Mateus 16:24 e 25.

Promover a paz, como mencionamos poucos dias atrás, não é uma atitude normal para o ser humano. A pessoa “normal” neste mun­do se preocupa principalmente, e em primeiro lugar, com seu próprio orgulho e privilégios.

Como as pessoas estão me tratando? Estou recebendo minha justa porção? As pessoas demonstram o devido respeito por mim? Essas são as perguntas mais importantes. Essas são também as perguntas que destroem a paz e geram contenda.

Como resposta a essa linha de pensamento, Jesus aponta para a cruz.

A maioria de nós jamais terá de suportar uma cruz de verdade, mas todo cristão deve crucificar a natureza obstinada que, acima de tudo, deseja colocar o eu em primeiro lugar e fazer a própria vontade.

Para compreender o que Jesus queria dizer no texto de hoje, preci­samos nos lembrar de que pecado, em seu sentido mais básico, é colo­car no centro de nossa vida o próprio eu e a própria vontade, em vez de Deus e Sua vontade. Pecado é rebelião contra Deus por fazermos do eu o controle e foco central.

É o princípio de vida centralizado no eu, tão natural ao ser huma­no, que precisa morrer. Por isso, Dietrich Bonhoeffer falou ao coração quando escreveu sobre o que significa ser cristão, dizendo: “Quando Cristo chama alguém, Ele o convida a vir e morrer.”

Quando enfrento as reivindicações de Cristo face a face, ou preciso crucificá-Lo ou deixar que Ele me crucifique. Não há meio-termo. Felizmente, depois da cruz na vida da pessoa, vem o novo nascimento em Cristo.

O processo de tornar-se pacificador começa com essa crucifixão e novo nascimento. Sem essa experiência, seremos meramente membros de igreja teimosos, contenciosos ou egoístas - uma verdadeira catástro­fe nos bancos da igreja. Passando por essa experiência, porém, nos tor­namos servos do Deus Vivo e pessoas que amam seus semelhantes. Com isso, estamos no caminho que nos leva a ser pacificadores.

Ajuda-nos hoje, querido Pai, a encontrarmos a cruz, que é o início do processo que nos torna verdadeiros pacificadores cristãos.

(Texto de George R.Knight)
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Caminho Para a Paz - MD-Mateus 10:34-39

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo
O Caminho Para a Paz Suprema
George R.Knight

Não penseis que vim trazer paz à Terra; não vim trazer paz, mas espada. Pois vim causar divisão entre o homem e seu pai; entre a filha e sua mãe. ... Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a Mim não é digno de Mim; quem ama seu filho ou sua filha mais do que a Mim não é digno de Mim; quem não toma a sua cruz e vem após Mim não é digno de Mim. Quem acha a sua vida perdê-la-á; quem, todavia, perde a vida por Minha causa achá-la-á. Mateus 10:34-39

Um dos grandes paradoxos da vida de Cristo é que mesmo sendo Ele o “Príncipe da Paz” (Isa. 9:6), o fato de aceitá-Lo traz uma espada tão cortante que os conversos frequentemente descobrem que seus mais íntimos relacionamentos são rompidos.

Esse paradoxo está baseado no fato de que os princípios do reino de Cristo são diametralmente opostos aos dos reinos deste mundo.

Por isso, quando alguns membros de uma família ou comunidade trabalham de acordo com uma série de princípios, enquanto os outros de acordo com outra série, a hostilidade é o resultado inevitável. Jesus argumenta que, em tais casos, a maior lealdade do cristão deve ser prestada a Ele e Seus princípios, mesmo que essa posição cause problema.

Conquanto os cristãos frequentemente desfrutem paz de espírito nesta vida, para eles a plenitude da paz exterior não será alcançada senão na segunda vinda de Cristo. Até então os filhos de Deus são obrigados a existir nos reinos deste mundo, enquanto procuram viver de acordo com os princípios do reino do Céu.

Sua dupla cidadania tem suas próprias ansiedades. Mas na força de Jesus, os cristãos não desistem de seus princípios. Afinal, a bênção é para os pacificadores, não para os que amam a paz.

O caminho para a paz suprema está em firmar-se nos princípios de Deus. Se a pessoa ama a paz da maneira errada, ela pode causar problemas em vez de paz. Tal pessoa, por exemplo, pode permitir que se desenvolva uma situação ameaçadora ou perigosa sem dizer coisa alguma. William Barclay menciona que “a paz que a Bíblia diz ser abençoada não provém da evasão das situações; vem de enfrentá-las, lidar com elas e vencê-las”.

(Texto de George R.Knight)
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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Conflito na Igreja-MD-Filipenses 2:3

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo
A Razão do Conflito na Igreja
George R.Knight

Não façam nada por interesse pessoal ou por desejos tolos de receber elogios,  mas sejam humildes, e cada um considere os outros superiores a si mesmo. Filipenses 2:3, BLH.

Martinho Lutero gostava de contar a história de dois bodes que se encontraram sobre uma ponte estreita e alta, construída por cima de um profundo vale. “Eles não podiam voltar e não ousavam brigar. De- pois de uma breve conversa, um deles se deitou e deixou o outro passar por cima dele, e assim nenhum dano ocorreu.”

“A moral da história” comentava Lutero, “é fácil: Fique contente se você for pisado a pés em favor da paz.” Lutero se apressou em acrescentar que estava falando do orgulho e dignidade de uma pessoa, não da consciência dela.

Tal atitude resolveria inúmeras dificuldades que enfrentamos, tanto no mundo como na igreja.

Mas por que temos tais problemas na igreja? Você poderia perguntar.  Não deixamos o mundo para nos unir à igreja?

A resposta, uma vez mais, é simples - por causa do pecado! Mas os cristãos não desistiram do pecado para seguir a Cristo? Sim, os cristãos desistiram, mas ser um membro de igreja não é o mesmo que ser um cristão. E ser um cristão não quer dizer que o eu não apareça furtivamente de vez em quando, e cheio de orgulho exija que a sua vontade seja feita na igreja e no lar cristão.

Seria maravilhoso se todo membro de igreja alcançasse plena e perfeita santidade no momento em que assinasse o livro da mesma. Mas esse não é o caso. Não só há alguns membros não convertidos, mas até os verdadeiros conversos têm de encarar a realidade de que a santificação é obra de uma vida inteira.

Essa verdade, no entanto, não é razão para não se tomar humilde, cheio de consideração e amável hoje mesmo. Deus quer tomá-lo hoje e fa­zer de você um pacificador para Seu reino. Existe um gracejo que diz:

“Viver com os santos no Céu será felicidade e glória”.

“Mas viver com os santos na Terra é geralmente outra história.”

Deus chama você hoje para tornar a igreja um lugar diferente do mundo. Ele o chama individualmente para tomar-se um pacificador à semelhança de Jesus.

(Texto de George R.Knight)
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Conflito no Mundo- MD-Provérbios 28:25

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo
A Razão do Conflito no Mundo
George R.Knight

O cobiçoso levanta contendas, mas o que confia no Senhor prosperará. Provérbios 28:25.

Cada governo tem seu exército, sua polícia, juízes, tribunais e sistema penal. A história do mundo é repleta de guerras e agressões, e o noticiário diário constantemente nos apresenta relatos de crimes.

Por quê? Por que precisamos viver em um mundo de guerra e crime?

A resposta é simples - por causa do pecado. Por trás de todos os problemas humanos, quer entre indivíduos ou entre nações, está a ca­racterística pecaminosa da cobiça, ganância, egoísmo e egocentrismo.

Não podemos nem começar a entender os problemas de nosso mundo senão quando conhecermos a doutrina bíblica do pecado. E o pecado e seu sórdido resultado que tornam tão difícil manter a paz no mundo. Foi o pecado que levou ao fracasso todos os importantes pla­nos de paz que ocuparam as galerias da história diplomática.

Os problemas básicos de nosso mundo não são políticos, econômi­cos ou sociais. Não! O verdadeiro problema é a atitude das nações e dos indivíduos, de colocarem a vontade e os desejos pessoais acima de tudo.

Como resultado, se eu sou grande e forte o suficiente, levarei o que quiser, imediatamente, pela força. É lógico que se eu não for forte o su­ficiente para tanto, eu o farei quando você não estiver olhando.

Para a paz algum dia reger o mundo, serão necessários novos cora­ções, e novas mentes e atitudes.

Conta-se a história de dois homens religiosos devotos que viveram em paz isolada um com o outro por muitos anos em um esconderijo na montanha. Certo dia, eles decidiram quebrar a monotonia, agindo co­mo o restante do mundo.

Isso envolvia discussão. Para começar, um deles sugeriu que o ou­tro pegasse uma pedra e colocasse entre os dois, alegando que ela era somente sua. Disposto a concordar com seu amigo, o segundo disse: “Esta pedra é minha.”

Demorando-se a refletir sobre os muitos anos de amizade, o outro homem concluiu: “Bem, irmão, se ela é sua, conserve-a.” E assim ter­minou a discussão.

Esse é o espírito pacificador tão necessário em nosso mundo cheio de contendas.
(Texto de George R.Knight)
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domingo, 17 de fevereiro de 2013

Os Mansos- MD-Isaías 9:6.

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo
Os Mansos Serão Pacificadores
George R.Knight

Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os Seus ombros; e o Seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. Isaías 9:6.

 “Bem-aventurados os pacificadores.” Essa bênção corresponde a “Bem-aventurados os mansos”, na primeira parte das Bem-aventuranças. Aqueles que são humildes e gentis serão também pacificadores.

Essas características indicam o radicalismo da explicação que Jesus deu acerca do caráter cristão. Normalmente não somos mansos nem pacificadores por natureza. Isso é evidente no mundo turbulento ao nosso redor e nas famílias e lares conturbados. Estamos aqui tratando dos princípios de um reino específico, em oposição aos princípios dos reinos deste mundo. Todos os cidadãos desse novo reino hão de ter uma nova natureza.

Não porque sejamos totalmente maus. [...] “Existe em cada coração não somente poder intelectual, mas espiritual - percepção do que é reto anelo de bondade.” - Educação, pág. 29. Esse desejo, porém, luta em nosso coração contra a tendência, herdada de Adão, de escolher o mal.

Em vários sentidos, a vida seria bem mais simples se individualmente fôssemos todos bons ou todos maus. Da maneira como somos, nossa vida é um quadro da controvérsia em escala microcósmica, pois diariamente permanecemos em conflito entre os princípios do reino de Cristo e os princípios do reino do mal.

Studdart Kennedy detectou a essência do problema quando men­cionou que há um pouquinho de santo e algo de pecador em cada um de nós; àquela parte de nós é do Céu e a outra parte da Terra. Kennedy também escreveu bem, ao observar que cada pessoa é nada mais do que um “grande começo”.

Esse é o centro do problema. Um grande começo não é o suficiente. Deus quer entrar em nossa vida e completar a obra. Parte dela será tornar-nos pacificadores, para que sejamos mais e mais semelhantes ao Príncipe da Paz.

(Texto de George R.Knight)
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sábado, 16 de fevereiro de 2013

Surpreendidos-MD-Mateus 5:9

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo
Novamente Surpreendidos
 George R.Knight

Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus. Mateus 5:9.

Como as outras bem-aventuranças, esta vai contra a maneira de pensar dos judeus.

Desde seu primeiro capítulo, Mateus apresenta Jesus como o Mes­sias e o Filho de Davi. Na mente dos judeus, os títulos dados às pessoas tinham implicações políticas. Os dois títulos vêm juntos na imagem de um rei terreno. Davi fora um ilustre guerreiro vencedor, e os judeus do primeiro século esperavam que o seu Rei Messias seguisse o mesmo programa. O Messias (ou Cristo) devia ser um libertador nacional.

Por exemplo, nos Salmos de Salomão (um livro judeu escrito no período entre o Antigo e o Novo Testamentos), o ungido Filho de Da- vi é um rei que se levantaria dentre o povo para libertar Israel dos seus inimigos. Esse rei davidiano seria dotado de dons sobrenaturais. De igual modo, em IV Esdras (um apocalipse do primeiro século d.C.) o Messias reina sobre um reino messiânico temporário durante aproxi­madamente 400 anos.

Houve três grandes períodos de escravidão na história de Israel: o egípcio, o babilônico e agora o romano. Os primeiros dois encontra­ram solução política, e o mesmo se esperava do terceiro.

Para os judeus do primeiro século, um Messias que nem sequer li­bertasse politicamente a nação, dificilmente podia ser considerado um Messias genuíno.

É à luz dessa expectativa que vemos a proclamação radical de Je­sus de que os pacificadores seriam abençoados, em vez do Zelote que cravava seu punhal no lado de um soldado romano.

Como de costume, Jesus inverteu as coisas. Seu reino é de uma or­dem diferente dos reinos do mundo. E de uma ordem diferente daque­la esperada pelos judeus.

Naturalmente, Jesus viera como vencedor. Ele viera para derrotar as forças do mal. Viera para subjugar os princípios do reino de Satanás e “salvar o Seu povo dos pecados deles”. Mat. 1:21.

(Texto de George R.Knight)
Outras publicações: http://www.cpb.com.br/

Em um mundo de transformações constantes,caminhe com Jesus Cristo e seja grato porque Ele é hoje como sempre foi e podemos ter certeza de que não mudará no futuro.. “Porque eu sou o Senhor e não mudo”; Malaquias 3:6)

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Não Há Nada MD-Filipenses 2:12 e 13

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo
Não Há Nada que Possamos Fazer?
George R.Knight

Assim, pois, amados meus, como sempre obedecestes,... Desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor; porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a Sua boa vontade. Filipenses 2:12 e 13.

Falando com franqueza, nada há que possamos fazer para purificar nosso coração. Esse é um trabalho de Deus. Ele é quem pode limpar, é o grande purificador. É o Seu poder que nos dá um novo coração, novo entendimento e uma nova perspectiva da vida. Tudo que podemos fazer é aceitar a dádiva divina. Mas essa aceitação é importantíssima. Deus não força a Sua salvação sobre ninguém.

Entretanto, uma vez que Deus nos transformou em novas criaturas,  com novos valores, existe algo que podemos fazer à medida que Ele progressivamente procura purificar nossa vida. Podemos cooperar com Ele. Como Paulo colocou tão bem no texto para a leitura de hoje, Deus opera em nosso interior, através do poder do Espírito Santo, para de maneira progressiva purificar nossa vida diária, a fim de que nossos atos combinem com nosso novo coração. Nós “operamos” nossa salvação através do poder dinâmico de Deus.

Algumas pessoas parecem ter a ideia de que todas as obras são erradas.  Isso é verdade se estamos tentando nos tornar salvos. A Bíblia é contra qualquer tentativa de obter a salvação - ela é dádiva de Deus.

Mas, uma vez que a pessoa é salva em Jesus, ela vai de maneira natural e alegre desejar viver sua nova vida em harmonia com os princípios de Deus. A pureza de coração levará a pessoa a desejar pureza em tudo o que fizer.

Por isso, Paulo pôde falar da “fé que atua pelo amor”. Gál. 5:6. Ele elogia “a operosidade da... fé, [e a] abnegação do... amor” dos tessalonicenses. I Tess. 1:3. E parte da sua tarefa era chamar os gentios à “ obediência por fé”. Rom. 1:5; 16:26.

Talvez a ilustração mais clara de Paulo quanto à sequencia da salvação  se encontra em Efésios 2:8-10: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus. ... Pois somos feitura dEle, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas.”

A pureza de coração leva naturalmente à pureza de vida.


(Texto de George R.Knight)
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Como Ser Puro?-MD-Salmo 51:10


Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo
Como Ser Puro?
George R.Knight

Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro em mim um espírito inabalável. Salmo 51:10.
Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar e nos purificar de toda injustiça. I João 1:9.

Como pode nosso coração se tornar puro? Homens e mulheres têm lutado com esse assunto através de séculos. Alguns pensam que a resposta está em isolar-se do mundo como os eremitas, monges, freiras, ou em alguma outra forma de comunidade “pura”.

Um desses beatos foi Simeão Stylites (aproximadamente 390-459 d.C.). Depois de ter ficado enterrado até o pescoço durante vários meses,  Simeon decidiu que a maneira de se santificar seria sentando-se no topo de um pilar de mais de 18 metros de altura, onde ficaria livre de toda tentação. Durante 36 anos (até sua morte) “Santo” Simeão permaneceu em cima do seu pilar. Seu corpo não só “se encheu” de bichos,  mas ele também executava exercícios torturantes muito acima do solo desértico. Uma vez, por exemplo, ele disse ter tocado os pés com a testa mais de 1.244 vezes seguidas.

Outros atletas ascéticos encarceraram-se em celas tão pequenas que não podiam ficar totalmente deitados, nem totalmente em pé. Muitos deixaram de tomar banho e usaram vestes de couro, com os pê­los roçando a pele. Conta-se que outros ainda sobreviviam comendo grama, que cortavam com foices.

Tais homens e mulheres estavam desesperados para estar bem com Deus. Procuraram a pureza de coração com todas as suas forças.

Infelizmente estavam seguindo o caminho errado. Não compreenderam o poder do pecado em sua vida. Jeremias identifica com precisão a condição do ser humano, quando diz: “Pode, acaso, o etíope mudar a sua pele ou o leopardo, as suas manchas? Então, poderíeis fazer o bem, estando acostumados a fazer o mal.” Jer.13:23. A resposta é óbvia. De nós e por nós mesmos, somos verdadeiramente um caso perdido. Não importa o que façamos, ainda temos o mesmo coração impuro.

Os textos de hoje colocam a situação sob a perspectiva correta, quando salientam que é Deus quem limpa nosso coração e o toma puro.

Muito obrigado, Senhor, por ajudar-nos em nossa grande necessidade.

(Texto de George R.Knight)
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