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domingo, 31 de julho de 2011

Maravilhoso Jesus - João 20:31



Vida por meio dele

Mas estes foram escritos para que vocês creiam que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus e, crendo, tenham vida em seu nome. João 20:31, NVI.

Hoje embarcamos em uma jornada emocionante. Ao longo deste mês e do próximo iremos viajar pelo Evangelho de João. À medida que caminhamos nas pegadas do Verbo que se fez carne, encontraremos tesouros espirituais por toda parte.

Este quarto Evangelho é extremamente simples. Alunos iniciantes em grego do Novo Testamento sempre começam por aqui, pois o vocabulário e a gramática são elementares. Mas a linguagem simples e direta comunica as mais profundas idéias de todas as Escrituras – o que nos lembra que a escrita não precisa ser difícil de entender, para expressar grandes idéias.

Segundo a antiga tradição cristã, João escreveu este Evangelho depois dos demais. Ele deliberadamente evitou repetir o que Mateus, Marcos e Lucas haviam incluído, concentrando-se em comparativamente poucos incidentes da história de Jesus que esclarecem Sua mensagem e missão.

Se tivéssemos apenas os três primeiros Evangelhos, poderíamos concluir que o ministério de Jesus ficou restrito basicamente a Galiléia e durou apenas aproximadamente 18 meses. Mas João mostra que o trabalho do Salvador também abrangeu a Judéia e, como abarcou quatro Páscoas (João 2:13, 5:1, 6:4, 13:1), durou mais de três anos. Como resultado do Evangelho de João, obtemos uma melhor perspectiva do ministério do Salvador.

João quer que encontremos uma perspectiva mais importante, entretanto. Ele escreveu não apenas uma biografia sobre uma pessoa interessante, não apenas em homenagem ao seu amigo morto. Ele escreveu com um propósito: "Mas estes foram escritos para que vocês creiam que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus e, crendo, tenham vida em seu nome" (João 20:31).

Portanto este é o Evangelho da crença, o Evangelho da vida eterna. Os três evangelhos anteriores também foram projetados para levar-nos à fé e para manter-nos na fé, mas em João o material e o apelo são mais poderosos.

Então venha comigo, caro leitor, nesta jornada das jornadas.

ORAÇÃO

Senhor da Vida, hoje e nos próximos dias, ajuda-me a separar tempo para conhecer melhor ao Deus que se tornou carne a fim de me ajudar.

Autor: William G. Johnsson

sábado, 30 de julho de 2011

Maravilhoso Jesus - Lucas 15:20


A Resposta de Deus para a Culpa

A seguir, levantou-se e foi para seu pai. Estando ainda longe, seu pai o viu e, cheio de compaixão, correu para seu filho, e o abraçou e beijou. Lucas 15:20, NVI.

Os adoradores que chegaram para o culto naquela manhã de sábado na Igreja Adventista de Sligo em Takoma Park, Maryland, EUA, viram pichações em letras grandes desfigurando janelas e blocos de pedra. "Sinto culpa – mereço ser punido" alguém tinha pichado durante a noite.

Quem podia ter feito aquilo? Uma pessoa louca? Adolescentes que embarcaram em uma aventura de sexta à noite?

Aquelas palavras encapsulavam uma reação comum à culpa – mereço ser punido. Por meio de palavras e ações incutimos essa idéia nas crianças, e enviamos a mesma mensagem através de palavras ou da linguagem corporal aos adultos.

Algumas religiões do mundo funcionam a partir desse conceito: "Sinto culpa – mereço ser punido" Vou torturar o meu corpo com jejuns e vigílias de noite inteira. Vou fazer penitências. Vou negar-me os prazeres do corpo. Vou flagelar-me, mutilar-me. Veja como eu me castigo – certamente isso vai tirar a minha culpa!

Mas o auto-flagelo não é a resposta de Deus para a culpa. O deus que tem prazer em infligir dor, o deus que tem que ser aplacado, antes que possa perdoar, não é o Deus da Bíblia, o Deus que veio em carne, a quem chamamos Jesus.

Veja a resposta de Deus para a culpa: "Estando ainda longe, seu pai o viu e, cheio de compaixão, correu para seu filho, e o abraçou e beijou." Deus corre para encontrar-nos, e nos recebe calorosamente de volta. Deus nos abraça, nos recebe como filhos, e nos cobre de beijos.

Duas músicas maravilhosas do Antigo Testamento – o Salmo 52 e o Salmo 51 – partilham o mesmo tema. "Enquanto eu mantinha escondidos os meus pecados, o meu corpo definhava de tanto gemer... minhas forças foram-se esgotando como em tempo de seca," "Sei que sou pecador desde que nasci, sim, desde que me concebeu minha mãe." (Salmo 32:3, 4; 51:5, NVI) – é o clamor do coração do homem ou da mulher que está sobrecarregado com a culpa.

Entretanto quando, como o rapaz de Lucas 15, retornamos para Deus a nossa culpa se desfaz. "Como é feliz aquele que tem suas transgressões perdoadas e seus pecados apagados!" "Devolve-me a alegria da tua salvação e sustenta-me com um espírito pronto a obedecer."(Salmo 32:1; 51:12, NVI).

Que tolice é permanecer entre os porcos, quebrantados com o senso de nossos fracassos! Deus nos chama de volta para casa, nos chama para a leveza do seu amor. Lancemos toda a nossa culpa sobre o Seu perdão.

ORAÇÃO

Pai obrigado por me tratares como filho sempre. Ajuda-me a sentir esse amor inigualável.


Autor: William G. Johnsson

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Maravilhoso Jesus - Lucas 10:41-42


A Boa Parte

Respondeu o Senhor: Marta! Marta! Você está preocupada e inquieta com muitas coisas; todavia apenas uma é necessária. Maria escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada. Lucas 10:41-42, NVI.

Que pessoa conscienciosa já não se sentiu como Marta vez por outra? Aqui está ela, andando para cá e para lá a fim de servir uma refeição de primeira classe para seu convidado de honra, ansiosa para que tudo saia perfeito. Ela estava dando o seu máximo, e quando mais precisa de ajuda para concluir os preparativos, o que sua irmã mais nova faz? Ela deixa o trabalho aos cuidados de Marta e senta-se aos pés de Jesus!

Não admira que Marta tenha ficado irritada com Maria e chateada com Jesus. Seria Ele tão insensível ao que ela estava tentando fazer – para agradá-Lo? Finalmente ela não conseguiu mais segurar o ressentimento. "Senhor, não te importas que minha irmã tenha me deixado sozinha com o serviço? Dize-lhe que me ajude!" (Veja Lucas 10:40, NVI).

Palavras fortes!

Jesus não respondeu na mesma moeda. Não respondeu no mesmo tom "Segure a língua, mulher! Quem você acha que é para falar assim comigo!"

Em vez disso, Ele falou gentilmente, amorosamente, mansamente. "Marta! Marta! Você está preocupada e inquieta com muitas coisas; todavia apenas uma é necessária. Maria escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada." (versos 41 e 42, NVI).

Uma bela refeição, bem preparada e apresentada, é uma obra de arte. Mas não é a coisa mais importante ao receber hóspedes.

Uma casa – varrida, espanada, e lustrada – bem cuidada e organizada demonstra operosidade e respeito, mas não é o aspecto mais importante para que os hóspedes sintam-se bem.

A dimensão humana conta mais. Deixar os hóspedes à vontade. Interessar-se e preocupar-se mais com eles do que com a casa.

E o hóspede naquele lar em Betânia era Jesus. Maria tinha razão: passar tempo com Jesus era mais importante do que o preparo da refeição ou a arrumação dos móveis.

É fácil para nós homens achar que essa história se aplica exclusivamente às pessoas do sexo feminino. Mas a lição se aplica a nós também. Em nosso trabalho ou lazer, Jesus deve ser a melhor parte.

ORAÇÃO

Querido Jesus, quero sentar-me aos teus pés hoje e alegrar-me em Tua companhia.

Autor: William G. Johnsson

quinta-feira, 28 de julho de 2011

M\aravilhoso Jesus -Lucas 16:51


A Escolha de Descrer
“Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão convencer, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos”. Lucas 16:51, NVI.

A parábola do rico e do Lázaro, contado por Jesus, é mais do que um incentivo para aproveitarmos ao máximo as oportunidades da vida, em preparação para a eternidade. Numa virada surpreendente a história nos prepara para o que está por acontecer.

O homem rico, em tormento no Hades, suplica a Abraão para enviar a Lázaro para que molhe a ponta do dedo na água e refresque a sua língua. Quando Abraão nega o pedido, o homem rico faz outra solicitação. "Então eu te suplico, pai: manda Lázaro ir à casa de meu pai, pois tenho cinco irmãos. Deixa que ele os avise, a fim de que eles não venham também para este lugar de tormento." Abraão responde: "Eles têm Moisés e os Profetas; que os ouçam."
Ainda assim o homem rico implora: "Não, pai Abraão, mas se alguém dentre os mortos fosse até eles, eles se arrependeriam." Mas Abraão permanece inflexível: "Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão convencer, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos" (Lucas 16:27-31, NVI).

Este é o final da parábola. E agora vem a vida real: alguém ressuscitou dentre os mortos, e seu nome era Lázaro! Mas os líderes Judeus se recusaram a crer, mesmo com esta evidência.

O décimo primeiro capítulo de João conta a história – uma das mais emocionantes – de Jesus ressuscitando a Lázaro após ele ter ficado quatro dias no túmulo. O milagre causou comoção. Mas como a hierarquia religiosa reagiu? "Então os fariseus e os chefes dos sacerdotes se reuniram com o Conselho Superior e disseram: - O que é que nós vamos fazer? Esse homem está fazendo muitos milagres!" (João 11:47, NTLH). Observe a reação deles. Não disseram: "Este homem deve ser o Messias", mas "O que vamos fazer com ele?"

Mais tarde lemos esta incrível declaração: "Muitas pessoas ficaram sabendo que Jesus estava em Betânia. Então foram até lá não só por causa dele, mas também para ver Lázaro, o homem que Jesus tinha ressuscitado. Então os chefes dos sacerdotes resolveram matar Lázaro também." (João 12:9, 10, NTLH).

Os líderes religiosos haviam programado a mente para descrer. Eles haviam feito a sua decisão, e nem a Escritura nem a ressurreição mudaria a escolha feita.
Para mim esse é um pensamento assustador. Líderes religiosos, saturadas com a Palavra de Deus, com as mentes endurecidas como concreto, a quem Deus não podia alcançar.
ORAÇÃO

Bondoso Deus livra-me hoje da escolha de descrer!

Autor: William G. Johnsson

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Maravilhoso Jesus - Lucas 16:26


Uma Só Vida

E além disso, entre vocês e nós há um grande abismo, de forma que os que desejam passar do nosso lado para o seu, ou do seu lado para o nosso, não conseguem. Lucas 16:26, NVI.

A parábola do Rico e do Lázaro (Lucas 16:19-51) deixa muitos cristãos perplexos. Nela, Jesus contrastou o destino do mendigo com o do homem que vivia no luxo. Lázaro foi para o seio de Abraão, e o homem rico foi para o Hades. Será que a parábola ensina que ao morrer uma pessoa vai ou para o céu ou para o inferno?

De modo algum. Cada parábola contém uma mensagem central. Não devemos forçar uma interpretação quanto aos detalhes da parábola, seja nesta ou em outras parábolas do nosso Senhor. Por exemplo: será que os salvos podem ver os maus vivendo em tormento? Caso pudessem, o céu não seria um lugar muito feliz!

Pelo contrário, a história que Jesus contou – emprestada da tradição judaica – ensina uma verdade central: temos apenas uma vida para viver, portanto devemos aproveitar ao máximo as oportunidades do presente. Na verdade, a parábola do Rico e Lázaro se contrapõe à história do mordomo infiel, encontrada na primeira metade de Lucas 16. O gerente desonesto usou o tempo e o dinheiro que estava debaixo de sua administração para garantir o seu futuro, enquanto que o homem rico desperdiçou a sua vida e a sua riqueza.

Não há segunda chance, é isso que Jesus está dizendo. Temos uma só vida, então devemos preencher todos os momentos com a eternidade em vista.

Este ensino se opõe a muitas das idéias que circulam atualmente na sociedade. Há algum tempo estive envolvido com a preparação de um programa de vídeo sobre o envelhecimento e a morte. Entrevistamos dezenas de homens e mulheres de diversas regiões dos Estados Unidos, perguntando-lhes, "O que você acha que acontece quando você morre?" Quase todos se sentiram à vontade para apresentar suas respostas diante da câmera – e que respostas!

"Voltarei a viver sob outra forma."

"Provavelmente já vivi centenas de vidas, e viverei muitas mais."

"Posso voltar a viver como uma pedra, um cachorro, ou algum outro animal."

"Tudo depende do meu kharma – o qual determina a forma em que voltarei."

Nesta parábola Jesus diz que não é assim que acontece. O homem rico não podia voltar – um grande abismo o separava da sua família, do seu passado, da bem-aventurança eterna.

Os gregos retratavam a oportunidade com pés alados, cabelos longos na frente, mas careca na parte de trás. Uma vez passada, a oportunidade desaparece para sempre – e assim acontece com essa vida.

Temos uma só vida a viver. Vivamos com sabedoria e em amizade com o autor da vida!

ORAÇÃO

Ó Senhor do tempo que vai e não volta mais, enche a minha vida hoje com a glória e a beleza da Tua presença.

Autor: William G. Johnsson

terça-feira, 26 de julho de 2011

Maravilhoso Jesus - Lucas 4:22


Corações Educados, Lábios Educados

Todos falavam bem dele, e estavam admirados com as palavras de graça que saíam de seus lábios. Mas perguntavam: “Não é este o filho de José?” Lucas 4:22, NVI.

Eu tenho uma prima que canta como um rouxinol. Ela é uma das pessoas mais alegres que conheço. No entanto, no início da vida, ela foi acometida de poliomielite, e até hoje convive com certas limitações. Quando ela canta seus solos de soprano necessita da ajuda de aparelhos ortopédicos e muletas para manter-se de pé.

Nunca a ouvi reclamar. Ela vive sem amargura, projeta uma atmosfera de luz ao seu redor a qual aquece a todos que se aproximam.

Aquilo que escolhemos como foco para nossos pensamentos faz uma grande diferença em nossa experiência cristã. Ao nos determos sobre o que é negativo nos tornamos cínicos e supercríticos; Quando nos concentramos no que é positivo – falando do amor de Deus e do Seu poder – encontramos alegria e tranquilidade mesmo em meio às dificuldades.

Necessitamos desesperadamente conhecer o amor transformador de Jesus. Naturalmente, tendemos a ser críticos, vemos ameaças por toda parte. Por quê? Porque passamos muito tempo falando sobre o poder do diabo, a incerteza do futuro, e os defeitos dos outros.

O amor não pode coexistir com a suspeita. A confiança em Deus e a preocupação não podem andar juntas.

Agora é o dia da salvação. Hoje é o único dia que temos. Se preenchermos o dia de hoje com amor a Jesus e ao próximo, o amanhã cuidará de si mesmo. Quem de nós tem certeza de que estará vivo amanhã? Portanto, preenchamos cada momento com o poder e a paz da graça de Deus.

Não precisamos defender a verdade – ela é capaz de defender a si mesma. Também não precisamos salvar a igreja ou o mundo – Jesus é o Senhor de ambos.

O trabalho que Jesus nos deu para fazer é louvar o seu nome. Cooperando com Ele, servimos como agentes dos Seus propósitos. Mas Ele continua no comando. E aquele que fez o universo e deu a si mesmo para resgatar um mundo perdido, pode fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos. Então falemos do amor e do poder de Cristo; preenchamos os nossos dias com o seu louvor.

"Eu queria que você usassem seus corações e lábios para louvar a Jesus, para falar acerca do Seu poder e glória", disse uma extraordinária mulher Cristã no final de seu sermão. "Eu queria que vocês falassem mais acerca do Seu poder."

Eduquemo-nos para falar palavras de graça. Eduquemo-nos para louvar!

ORAÇÃO

Ó Deus,conceda-nos corações educados e lábios educados, hoje.


Autor: William G. Johnsson

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Maravilhoso Jesus - Lucas 18:8


Fé – em um tempo como este

Contudo, quando o Filho do homem vier, encontrará fé na terra? Lucas 18:8, NVI.

De acordo com Jesus, os últimos dias da história da Terra serão tempos de crise para a fé. Em Seu retorno, nosso Senhor encontrará poucas pessoas ainda mantendo a confiança e a esperança.

Muitos cristãos estarão apegados aos prazeres e negócios da vida. Absorvidos em comprar e vender – em planos para casamentos, edifícios e barcos – serão surpreendidos pela Segunda Vinda, assim como aconteceu com as pessoas nos dias de Noé (Mateus 24:37-59).

Outros serão enlaçados pelos enganos de Satanás. Ele sabe que o seu tempo é curto, portanto ele trabalha dobrado para levar homens e mulheres para longe de Cristo (1 Pedro 5:8, 9).

As pessoas são expostas hoje a males muito perigosos. Milhões de pessoas – algumas apenas crianças - se tornaram escravas de produtos químicos. A indústria farmacêutica lucra bilhões enquanto seres humanos tornam-se escravizados. As crianças vêem seus irmãos e irmãs usando drogas; vêem seus pais fumando maconha, cheirando cocaína. Às vezes os próprios pais oferecem maconha aos filhos apenas como “diversão". Que esperança podem ter crianças que passam por circunstâncias como estas?

Para as pessoas que moram em locais de baixa renda, as drogas prometem alívio para sentimentos de inferioridade. Oferecem gratificação instantânea, uma imediata sensação de realização. Homens e mulheres, meninos e meninas que não vêem luz no fim do túnel, podem sentir-se como pessoas de valor, como pessoas bem sucedidas. As drogas são uma falsificação diabólica para o sentimento de auto-estima que normalmente é resultado de trabalho árduo e significativo.

Além disso, as drogas oferecem a promessa de muito dinheiro, dinheiro rápido. Um jovem traficante pode ganhar em uma hora o dinheiro que levaria para casa depois de um dia inteiro em um emprego regular.

Fé sobre a terra – não é de se admirar de que o Filho do homem terá que procurar para encontrá-la quando Ele se manifestar. O diabo tornou esta geração dependente dos químicos – e não apenas de cocaína, maconha e crack, mas também de drogas consideradas "lícitas" como o álcool e o cigarro.

Em um tempo como este, Deus está à procura de pessoas que brilhem como estrelas no meio de uma geração corrompida e perversa (Filipenses 2:15). Ele quer pela Sua graça nos libertar dos males deste século.

Que possamos estar entre seus poucos fiéis dos últimos dias da terra!

ORAÇÃO

Meu Rei e meu Deus. Sei que Tu podes libertar-me de tudo aquilo que me escraviza. Que a minha esperança e confiança estejam em Ti.

Autor: William G. Johnsson

domingo, 24 de julho de 2011

Maravilhoso Jesus - Lucas 13:30


Excelência, Alguém se qualifica?

De fato, há últimos que serão primeiros, e primeiros que serão últimos. Lucas 13:30, NIV.

A sociedade hoje vive à procura da excelência. Anunciantes prometem excelência. Políticos fingem tê-la. Educadores a promovem. Atletas a perseguem.

Por que essa paixão pela excelência? Porque estamos cansados ​​de torneiras que vazam, de reparadores que nunca viram um modelo como o nosso antes, e manuais faça-você-mesmo incompreensíveis.

Como cristãos, filhos e filhas do Deus vivo, somos chamados a excelência. Timidez, indecisão, amadorismo, falsidade, desleixo, apatia, tédio – não têm nada a ver com o Criador, que declarou seu próprio trabalho muito bom (Gênesis 1:31).

O Deus a quem servimos, o Senhor que nos ama supremamente e que se entregou para nos redimir, quer refinar nosso discurso, aguçar nossa sensibilidade, melhorar nossa saúde e tornar-nos semelhantes à Si mesmo "Mais elevado do que o sumo pensamento humano pode atingir, é o ideal de Deus para com Seus filhos. A santidade, ou seja, a semelhança com Deus é o alvo a ser atingido" (Ellen White, Educação, p. 18)."Tendes pensamentos que não ousais exprimir, de poderdes um dia alcançar as alturas da grandeza intelectual; de poderdes assentar-vos em conselhos deliberativos e legislativos, cooperando na elaboração de leis para a nação? Nada há de errado nessas aspirações. Podeis, cada um de vós, estabelecer um alvo. Não vos deveis contentar com realizações mesquinhas. Aspirai à altura, e não vos poupeis trabalhos para alcançá-la"(White, Mensagens aos Jovens, p. 56).

Mas, disse Jesus, alguns daqueles que são os primeiros – que alcançaram deslumbrante sucesso – serão os últimos, e alguns dos últimos vão acabar tornando-se primeiros no reino de Deus.

A diferença crucial: excelência, sim, sucesso, não! Como seguidores de Jesus, devemos recusar ser apanhados na louca corrida para sermos considerados bem sucedidos.

Cada um de nós, independente do quanto sejamos considerados ricos, famosos ou estudados, pode trilhar o caminho da excelência cristã. Caminharemos de mãos dadas com aquele cujo nome é Maravilhoso, o nosso Senhor Jesus Cristo.

ORAÇÃO

Senhor do caminho elevado, guia-me por veredas de satisfação e eficácia sob a direção do Teu Espírito.

Autor: William G. Johnsson

sábado, 23 de julho de 2011

Maravilhoso Jesus - Lucas 13:34


Quando Jesus Chorou

Jerusalém, Jerusalém, você, que mata os profetas e apedreja os que lhe são enviados! Quantas vezes eu quis reunir os seus filhos, como a galinha reúne os seus pintinhos debaixo das suas asas, mas vocês não quiseram! Lucas 13:34, NVI.

Os evangelhos relatam que Jesus chorou em pelo menos três ocasiões.
Jesus chorou diante do túmulo de Lázaro (João 11:55). Rodeado por carpideiras, Ele sentiu o peso da tristeza do mundo e extravasou em lágrimas. Chorou conosco por nossas misérias – tantos funerais, tantos corações quebrantados.

Jesus chorou no Jardim do Getsêmani. "Jesus ofereceu orações e súplicas, em alta voz e com lágrimas, àquele que o podia salvar da morte", diz-nos o livro de Hebreus (Hebreus 5:7, NVI). Diante do horror da separação do Pai, Ele recuou em lágrimas e súplicas enquanto lutava para submeter-se à vontade divina.

E Jesus chorou sobre Jerusalém. Jerusalém, a cidade amada, Jerusalém, a cidade dourada, Jerusalém, a cidade de Deus. Como Ele desejava conquistá-la para si mesmo! Mas, apesar de todos os Seus ensinamentos, de todos os Seus milagres, Jerusalém manteve distância. Ela rejeitou o seu Deus – e Jesus chorou.

Uma antiga oração hebraica diz assim:

Da consciência que rejeita uma nova verdade,
Da preguiça que se contenta com meias verdades,
Da arrogância que pensa que sabe toda a verdade,
Ó Deus da verdade, livra-nos.

Mas os judeus não deram ouvidos a esta oração. Colocados face a face com Aquele que é a verdade encarnada, o crucificaram. Jesus havia predito que, "ninguém, depois de beber o vinho velho, prefere o novo, pois diz: ‘O vinho velho é melhor!’ "(Lucas 5:59, NVI).

Será que Jesus ainda chora? Poderia Ele estar chorando por você e por mim?

A "verdade" é algo complicado. "Ter a verdade" pode ser perigoso. A questão não é se nós temos a verdade, mas se a verdade nostem. Conhecimento intelectual não pode nos salvar, mas pode tornar-nos orgulhosos, arrogantes. Quando todas as luzes se apagarem, apenas o conhecimento experimental terá valor – o conhecimento dAquele que é o autor da verdade, a própria verdade.

Jesus ainda anseia conquistar-nos para Si mesmo. Ele quer nos envolver em Seus braços, nos proteger, guardar e sustentar.

Que convite maravilhoso ao começarmos este novo dia!

ORAÇÃO

Senhor Jesus, Tuas lágrimas não foram em vão. Aceito a Ti como Salvador e Senhor da minha vida!

Autor: William G. Johnsson

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Maravilhoso Jesus - Lucas 18:7


O Deus que Defende o Seu Povo
Acaso Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele dia e noite? Continuará fazendo-os esperar? Lucas 18:7, NVI.

Com freqüência, as parábolas de Jesus ensinam por comparação. De acordo com o Mestre, "o reino dos céus é semelhante a" um tesouro escondido no campo, uma pérola de grande valor, trigo crescendo no campo, trabalhadores na vinha, uma festa de casamento, e assim por diante.

Mas às vezes suas parábolas transmitem a verdade por contraste. A história da viúva persistente, encontrada em Lucas 18:1-8 segue este padrão. Nesta parábola uma viúva insiste com um juiz a fim de que ele lhe conceda seus direitos. O juiz, no entanto, é injusto. Ele não se importa com Deus ou com os sofredores. Mas a viúva continua a procurá-lo, suplicando por justiça. Finalmente o juiz, cansado de ser incomodado, decide agir em benefício dela.

Então Jesus conclui: "Acaso Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele dia e noite? Continuará fazendo-os esperar? Eu lhes digo: Ele lhes fará justiça, e depressa." (Lucas 18:7, S, NVI). Ou seja, se até mesmo um juiz corrompido, finalmente faz o que é certo, quanto mais Deus irá defender seu próprio povo!

Conheço um ministro que certa vez foi acusado de um grave crime moral. Depois de declarar sua inocência, ele se recusou a debater com seus acusadores. Ele simplesmente entregou o assunto a Deus.

Essa foi uma surpreendente linha de defesa, diferente do procedimento usual. Para muitas pessoas hoje, a abordagem seria: arranjar um advogado, não dar nenhuma declaração, admitir apenas o que os outros já sabem. A grande preocupação é ganhar. A frase "Vejo você no tribunal!" – com seus tons de ameaça e desafio – resume o modo de sentir e agir de muitos nessa era litigiosa.

Os juízes podem ser comprados. Os advogados – não todos – estão mais preocupados com ganhar o caso do que com a justiça. As viúvas, os pobres e as minorias, muitas vezes choram em vão desejando alguém para defendê-los.

Mas Alguém observa tudo isso. "Da Índia, da África, da China, das ilhas do mar, dos milhões de oprimidos dos países chamados cristãos, ascende a Deus o clamor do tormento humano. Esse clamor não permanecerá muito tempo sem ser atendido. Deus purificará a Terra da corrupção moral, porém não por um mar de água como nos dias de Noé, mas com um mar de fogo, que não será apagado por artifício humano algum" (Ellen White, Parábolas de Jesus, p. 179).

A quem, então, podemos recorrer? "Se você está sendo maltratado ou está passando por tribulações, clame à Deus. Deixe de lado aqueles que tem um coração de aço, e dirija suas petições diretamente ao seu Criador. A pessoa que vai até Deus com o coração contrito jamais será repelida. Nenhuma oração sincera é desperdiçada. Em meio aos louvores do coral celestial, Deus ouve o clamor do mais débil ser humano" (Ibid., p. 174).

ORAÇÃO

Deus Justo. Quando a prova chegar lembra-me de que não preciso me preocupar ou revidar, porque Tu és o meu defensor.

Autor: William G. Johnsson

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